Compositor: Ana Carolina / Mano Melo / Antônio Villeroy / Alvin L.

Me esquenta com o vapor da boca
E a fenda mela
Imprensando minha coxa
Na coxa que é dela

Dobra os joelhos e implora
O meu líquido
Me quer (me quer), me quer (me quer), me quer (me quer), quer é ver
Meu nervo rígido

É dessas mulheres pra comer com dez talheres
De quatro, lado, frente, verso, embaixo, em pé
Roer, revirar, retorcer, lambuzar e deixar o seu corpo
Tremendo, gemendo, gemendo, gemendo

Ela ‘tava’ demais,
peito nu com cinco ou seis colares,
me fez levitar em meio a sete mares,
e me pediu que lhe batesse,
lhe arrombasse,
lhe chamasse de cafona, marafona, bandidona.

Fui eu que bebi, comi a Madona

Chegou com mais três amigas, cinta liga,
perna dura, dorso quente
toda linda e me encoxou
Me apertou, me provocou e perguntou:
“Quem é tua dona? Quem é tua dona?” É, é

Fui eu que bebi, comi a Madona
Fui eu que bebi, comi a Madona

Ela ‘tava’ demais,
peito nu com cinco ou seis colares,
me fez levitar em meio a sete mares,
e me pediu que lhe batesse,
lhe arrombasse,
lhe chamasse de cafona, marafona, bandidona.

Fui eu que bebi, comi a Madona
Fui eu que bebi, comi a Madona