Compositor: Não Disponível

Vem e abraça-me outra vez que não posso dormir,
Custa-me ser feliz.
Sei que nada voltará, que nos faltou escutar.
Que é tarde para falar.
Veja, aquele que se vai é nosso amor,
Que está cansado de esperar.
Não sei porque te quero sem querer,
Me assusta ver-te bem,
Arrasta-me essa vez.

Falo de amores adormecidos,
De um álbum de fotos que segue vazio,
De frio na cama, de frio contigo,
De um passeio pela Boulevard.
Falo de amores adormecidos,
Que sentem de beijos proibidos,
Que se fazem mil armadilhas que não jogam limpo,
Que veem sentados a vida passar.

Você prefere desenhar,
E eu quero pintar o mesmo despertar.
Sei que tudo isso passou por que tive e tivemos valor,
Assim que vem de me diz que esta vez,
Quer me proteger do sonho que falei.

Falo de amores adormecidos,
De um álbum de fotos que segue vazio,
De frio na cama, de frio contigo,
De um passeio pela Boulevard.
Falo de amores adormecidos,
Que sentem de beijos proibidos,
Que se fazem mil armadilhas que não jogam limpo,
Que veem sentados a vida passar.

Vendi minha vontade, as ganas de lutar,
A um velho conhecido, mal amigo meu esse medo a despertar.

Falo de amores adormecidos,
De um álbum de fotos que segue vazio,
De frio na cama, de frio contigo,
De um passeio pela Boulevard.
Falo de amores adormecidos,
Que sentem de beijos proibidos,
Que se fazem mil armadilhas que não jogam limpo,
Que veem sentados a vida passar.

Falo de amores adormecidos,
Que só acariciam seus filhos,
Bons amigos, que já não poderão despertar.